Agentes de plantão encontram arsenal Ninja na Mário Negócio

Tô sem criatividade pra legendar esse jogo de talheres

É um negócio tipo coceira em furico de macaco. Não acaba nunca. É os caras revistando e aparecendo mais. É encontrando coisas nas entocas, e os malas-sujas arranjando mais. Issé uma caninga, homi! Naaam!

Dois dias atrás fizeram uma revista no pavilhão 1 de Alcaçuz e encontraram duas armas de fogo e cem celulares. srrsrs Tá de sacanagem… Em qualquer manual básico do planeta, arma de fogo em presídio é sinal de tragédia. Aqui é “de boa”. Business. Celular já virou item comum, deve ser vendido lá dentro igual quatro biscoitos recheados, que custam dez reais. Aliás, vocês sabiam disso? Lá dentro tem todo um comércio e os preços estão pela hora da morte (rsrsr ok, essa piada foi infame). Sabe quando a gente compra biscoitos cream cracker, eles não vem separados em três fileiras? Pois: só uma fileira de biscoito daquelas é dez conto, pae. ÉEeeeegue. Um kit de higiene pessoal com escova de dentes, sabonete, pasta e papel higiênico é 80 conto, doido! DESGRAAAAAAÇA! Quem vende os produtos são uns presos chamados de “os pagador”. Toda cadeia tem. E o preço varia de acordo com a unidade. Alcaçuz é a mais cara. É tipo a Oscar Freire.

Maaaaaaaaaaaaas voltando ao assunto desse texto, nessa madrugada os agentes de plantão da Mário Negócio, em Mossoró, encontraram só essa besteirinha aí da foto. “Mei mundo” de faca. Da grande, da pequena, de serra, de pão. Vaaalha. É os Ninja, é? Vão fazer um MasterChef na cadeia, miséra?

Bom, o fato é que isso devia acabar. Mas é mais fácil acabar com os fantasmas da Assembleia Legislativa e da Câmara de Natal do que alguém ser preso por colocar porcaria pra dentro das cadeias.

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